Polícia faz buscas após receber informações de que homem jogou corpo de mulher desaparecida em fornalha de cerâmica
Míria Mendes Sousa Lima está desaparecida desde agosto de 2023 e seu ex-companheiro foi preso em março deste ano suspeito de feminicídio e ocultação de cadáver. Investigação tenta apurar versões contraditórias dadas pelo suspeito sobre o desaparecimento da vítima. Fornalhas da cerâmica de propriedade do suspeito foram periciadas nesta sexta-feira (4) Divulgação/PCTO Uma cerâmica foi periciada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (4) em Guaraí, na região centro-norte do estado. A ação faz parte da investigação sobre o desaparecimento de Míria Mendes Sousa Lima. O local pertence ao homem suspeito de matar e ocultar o corpo da vítima, que era sua ex-companheira. A mulher desapareceu em agosto de 2023. O suspeito foi preso em março deste ano durante a Operação Déjà-vu. Segundo o delegado Antonione Vandré de Araújo, informações apontam que o corpo da vítima pode ter sido incinerado nas fornalhas do local. “A Polícia Civil já recebeu informações fidedignas de que o corpo de Míria teria sido jogado pelo suspeito na fornalha da cerâmica. No entanto, até o momento, todos os informantes, que relataram essa possibilidade, se recusaram a formalizar suas declarações ou a informar suas respectivas identidades, relatando intenso temor em relação à periculosidade do investigado”, disse o delegado.


Míria Mendes Sousa Lima está desaparecida desde agosto de 2023 e seu ex-companheiro foi preso em março deste ano suspeito de feminicídio e ocultação de cadáver. Investigação tenta apurar versões contraditórias dadas pelo suspeito sobre o desaparecimento da vítima. Fornalhas da cerâmica de propriedade do suspeito foram periciadas nesta sexta-feira (4) Divulgação/PCTO Uma cerâmica foi periciada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (4) em Guaraí, na região centro-norte do estado. A ação faz parte da investigação sobre o desaparecimento de Míria Mendes Sousa Lima. O local pertence ao homem suspeito de matar e ocultar o corpo da vítima, que era sua ex-companheira. A mulher desapareceu em agosto de 2023. O suspeito foi preso em março deste ano durante a Operação Déjà-vu. Segundo o delegado Antonione Vandré de Araújo, informações apontam que o corpo da vítima pode ter sido incinerado nas fornalhas do local. “A Polícia Civil já recebeu informações fidedignas de que o corpo de Míria teria sido jogado pelo suspeito na fornalha da cerâmica. No entanto, até o momento, todos os informantes, que relataram essa possibilidade, se recusaram a formalizar suas declarações ou a informar suas respectivas identidades, relatando intenso temor em relação à periculosidade do investigado”, disse o delegado.