Sabe quais foram os 10 maiores recalls de produtos de sempre?
Recentemente, diversos produtos foram retirados do mercado devido a preocupações com a segurança dos consumidores. A Coca-Cola, por exemplo, enfrentou duas recolhas significativos devido a preocupações com a segurança dos consumidores. Mas quais as 10 maiores recolhas de sempre?


Recentemente, diversos produtos foram retirados do mercado devido a preocupações com a segurança dos consumidores. A Coca-Cola, por exemplo, enfrentou duas recolhas significativos devido a preocupações com a segurança dos consumidores.
Primeiro, em janeiro de 2025, devido a níveis elevados de clorato, e mais recentemente, em abril, a recolha de quase 900 caixas de Coca-Cola Original Taste, totalizando mais de 10 mil latas, nos estados de Illinois e Wisconsin, nos EUA, pela possível presença de fragmentos de plástico.
Também as batatas fritas do grupo Frito-Lay, que detém as populares batatas fritas Lay’s, foram retiradas do mercado por risco de “consequências adversas graves para a saúde ou morte”.
Mas quais as 10 maiores recolhas de sempre?
Em 1982, a Johnson & Johnson retirou do mercado o analgésico Tylenol após a morte de sete pessoas por envenenamento com cianeto, levando a reformas radicais na embalagem de medicamentos. Em 2000, a Firestone e a Ford fizeram uma recolha massiva de pneus ligados a pelo menos 271 mortes por falhas estruturais, com a Ford a ter de investir 3 mil milhões de dólares em substituições.
Já em 2004, a Merck retirou o medicamento Vioxx após evidências de aumento no risco de infarto e AVC, com estimativas de mais de 27 mil eventos cardíacos associados e em 2005, a Pfizer foi obrigada a retirar o anti-inflamatório Bextra do mercado por riscos cardíacos e marketing ilegal, resultando em um acordo de 2,3 mil milhões de dólares.
Em 2008, a maior recolha no setor automóvel da história envolveu quase 100 milhões de airbags da Takata, com explosões fatais atribuídas a um defeito. Esta retirada do mercado afetou dezenas de fabricantes e resultou em milhares de milhões de perdas em indenizações. No ano seguinte, em 2009, um surto de salmonela ligado à Peanut Corporation of America causou 714 infecções e nove mortes, forçando a retirada de produtos de grandes marcas como Smucker’s e Peter Pan.
Em 2010, a Toyota enfrentou a recolha de mais de 10 milhões de veículos por problemas de aceleração não intencional, tendo gastado mais de 66 milhões de dólares em multas.
Em 2014, a General Motors recolheu 2,6 milhões de carros devido a um defeito na ignição que causou ao menos 124 mortes, gerando mais de dois mil milhões de dólares em custos judiciais.
No ano seguinte, a Volkswagen foi acusada de fraude ambiental por manipular dados de emissões em 11 milhões de veículos, o que gerou o escândalo do “Dieselgate” e um custo estimado de sete mil milhões de dólares. Por fim, em 2016, a Samsung enfrentou a crise do Galaxy Note 7, com 2,5 milhões de unidades recolhidas após casos de explosão das baterias, causando prejuízo de até dois mil milhões de dólares.