Milton Cunha é 'engolido' pelo público após desfile da Gaviões da Fiel; VÍDEO
Membros da escola de samba abraçaram carnavalesco na madrugada deste domingo (2), em São Paulo. Milton Cunha é engolido por multidão da Gaviões da Fiel O carnavalesco Milton Cunha foi engolido pelo público ao fim do desfile da Gaviões da Fiel, durante a madrugada deste domingo (2). A escola foi a quarta a se apresentar no segundo dia dos desfiles das escolas de samba de São Paulo. Veja no vídeo acima. ACOMPANHE OS DESFILES AO VIVO Milton estava acompanhando o fechamento dos portões do Anhembi, quando os integrantes da escola abraçaram o carnavalesco e comemoraram o fim do desfile da Gaviões. A escola encerrou a apresentação dentro do tempo previsto. O comentarista da TV Globo ainda acenou para uma câmera que estava posicionada em uma grua, além de um drone. Ele brincou: "Me larga! Não tem ninguém me segurando". LEIA TAMBÉM Harry Potter, contos de fada e heróis: conheça os personagens do desfile da Império de Casa Verde Sabrina Sato mostra fantasia futurista no Anhembi com combinação sexy de correntes Rodrigo Vellozo: quem é o filho de Benito di Paula que desfilou na Águia de Ouro O comentarista Milton Cunha no Anhembi Reprodução/TV Globo A Gaviões da Fiel se apresentou com o samba-enredo "Irin Ajó Emi Ojisé". Neste ano, a escola apostou nas máscaras africanas e usou o personagem de um espírito para viajar pelo continente negro. Confira a letra a seguir: Me fiz, Emi caminheiro Fiel mensageiro, Orunmilá, eu sou! Chamei o senhor do itinerário E vesti meu ideário Na poeira se alastrou Logo eu que forjei o amanhã Na floresta de Nanã mascarados a dançar Assentei meu saber na sua fé No ayê de Gueledé, no feitiço de Iyá Eu segui essa banda É Alafi, Sambará Maleme ê, ô maleme á Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, Ayeye de iaô Nas aldeias de marfim, os sagrados rituais Pelos nossos ancestrais, uma África em fúria Um produto no mercado, o destino separado Mas a lágrima de dor se transforma em bravura Aos nosso filhos, herdeiros de Luanda De Angola e Matamba, chama de Aluvaiá Sou a revolta que não teme a demanda Liberdade em Aruanda é palavra deferida Levo o axé dos meus ensinamentos Pro futuro que se preza Hoje a profecia é cumprida Irin ajó emi ojisé… odara! Irin ajó emi ojisé… Ewá! Meu gavião vai ao encontro do orun Que na casa de Ogum, é tempo de alafiar VÍDEOS: Carnaval de São Paulo


Membros da escola de samba abraçaram carnavalesco na madrugada deste domingo (2), em São Paulo. Milton Cunha é engolido por multidão da Gaviões da Fiel O carnavalesco Milton Cunha foi engolido pelo público ao fim do desfile da Gaviões da Fiel, durante a madrugada deste domingo (2). A escola foi a quarta a se apresentar no segundo dia dos desfiles das escolas de samba de São Paulo. Veja no vídeo acima. ACOMPANHE OS DESFILES AO VIVO Milton estava acompanhando o fechamento dos portões do Anhembi, quando os integrantes da escola abraçaram o carnavalesco e comemoraram o fim do desfile da Gaviões. A escola encerrou a apresentação dentro do tempo previsto. O comentarista da TV Globo ainda acenou para uma câmera que estava posicionada em uma grua, além de um drone. Ele brincou: "Me larga! Não tem ninguém me segurando". LEIA TAMBÉM Harry Potter, contos de fada e heróis: conheça os personagens do desfile da Império de Casa Verde Sabrina Sato mostra fantasia futurista no Anhembi com combinação sexy de correntes Rodrigo Vellozo: quem é o filho de Benito di Paula que desfilou na Águia de Ouro O comentarista Milton Cunha no Anhembi Reprodução/TV Globo A Gaviões da Fiel se apresentou com o samba-enredo "Irin Ajó Emi Ojisé". Neste ano, a escola apostou nas máscaras africanas e usou o personagem de um espírito para viajar pelo continente negro. Confira a letra a seguir: Me fiz, Emi caminheiro Fiel mensageiro, Orunmilá, eu sou! Chamei o senhor do itinerário E vesti meu ideário Na poeira se alastrou Logo eu que forjei o amanhã Na floresta de Nanã mascarados a dançar Assentei meu saber na sua fé No ayê de Gueledé, no feitiço de Iyá Eu segui essa banda É Alafi, Sambará Maleme ê, ô maleme á Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, Ayeye de iaô Nas aldeias de marfim, os sagrados rituais Pelos nossos ancestrais, uma África em fúria Um produto no mercado, o destino separado Mas a lágrima de dor se transforma em bravura Aos nosso filhos, herdeiros de Luanda De Angola e Matamba, chama de Aluvaiá Sou a revolta que não teme a demanda Liberdade em Aruanda é palavra deferida Levo o axé dos meus ensinamentos Pro futuro que se preza Hoje a profecia é cumprida Irin ajó emi ojisé… odara! Irin ajó emi ojisé… Ewá! Meu gavião vai ao encontro do orun Que na casa de Ogum, é tempo de alafiar VÍDEOS: Carnaval de São Paulo