Dengue: veja bairros de Campinas incluídos em novo alerta para alto risco de transmissão
Metrópole soma 15 mil casos e duas mortes causadas pela arbovirose neste ano. População deve intensificar verificação de criadouros nas regiões apontadas. Mosquito do Aedes aegypti, transmissor da dengue Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas A Prefeitura de Campinas (SP) divulgou, nesta quinta-feira (3), um novo alerta para arboviroses onde apontou 18 bairros com alto risco de transmissão da dengue. O objetivo do documento, segundo a administração, é estimular a população a intensificar os cuidados contra a doença nessas regiões. ⬇️ Veja, abaixo, os bairros com alto risco de transmissão por região: Leste: Jardim Nossa Senhora Auxiliadora e Jardim Dom Bosco Noroeste: Jardim Santa Rose e Jardim Sul América Norte: Jardim São Marcos, Vila Esperança, Jardim Campineiro e Recanto Fortuna Sudoeste: Parque Universitário de Viracopos, Jardim Maria Helena e Recanto do Sol Sul: Jardim Campo Belo 1, Jardim Fernanda 1 e Jardim Fernanda 2 Suleste: Jardim Itatiaia, Jardim Bom Sucesso, Vila Formosa e Jardim São Gabriel Desde 1º de janeiro deste ano, a cidade contabilizou 15.006 casos confirmados da doença, incluindo duas mortes. Como a lista é elaborada? Os alertas para arboviroses são divulgados semanalmente pela Secretaria de Saúde e também se aplicam a bairros menores no entorno das regiões indicadas. Para definir quais bairros estão com alto risco de transmissão, são considerados fatores como: incidência de casos; eventual registro de nova transmissão; necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso; densidade populacional; e a comunicação sobre ações dos agentes. "A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida de toda a sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença. Mas cada cidadão precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros", destaca a Saúde, em nota. Como saber se você está com dengue e se é grave Como saber se é grave A Secretaria de Saúde recomenda aos moradores que, caso apresentem febre, procurem centros de saúde “imediatamente para diagnóstico clínico” e não banalizem os sintomas ou façam automedicação. Embora a dengue não tenha um medicamento específico, há uma série de medidas clínicas que podem evitar o agramento e óbito, se feitas a tempo. Por isso, é preciso ficar atento aos sinais de alarme. São eles: dor abdominal; muitos vômitos; algum sinal de sangramento (gengiva, por exemplo); menstruação em maior volume, no caso das mulheres; sensação de desmaio. Orientações à população


Metrópole soma 15 mil casos e duas mortes causadas pela arbovirose neste ano. População deve intensificar verificação de criadouros nas regiões apontadas. Mosquito do Aedes aegypti, transmissor da dengue Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas A Prefeitura de Campinas (SP) divulgou, nesta quinta-feira (3), um novo alerta para arboviroses onde apontou 18 bairros com alto risco de transmissão da dengue. O objetivo do documento, segundo a administração, é estimular a população a intensificar os cuidados contra a doença nessas regiões. ⬇️ Veja, abaixo, os bairros com alto risco de transmissão por região: Leste: Jardim Nossa Senhora Auxiliadora e Jardim Dom Bosco Noroeste: Jardim Santa Rose e Jardim Sul América Norte: Jardim São Marcos, Vila Esperança, Jardim Campineiro e Recanto Fortuna Sudoeste: Parque Universitário de Viracopos, Jardim Maria Helena e Recanto do Sol Sul: Jardim Campo Belo 1, Jardim Fernanda 1 e Jardim Fernanda 2 Suleste: Jardim Itatiaia, Jardim Bom Sucesso, Vila Formosa e Jardim São Gabriel Desde 1º de janeiro deste ano, a cidade contabilizou 15.006 casos confirmados da doença, incluindo duas mortes. Como a lista é elaborada? Os alertas para arboviroses são divulgados semanalmente pela Secretaria de Saúde e também se aplicam a bairros menores no entorno das regiões indicadas. Para definir quais bairros estão com alto risco de transmissão, são considerados fatores como: incidência de casos; eventual registro de nova transmissão; necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso; densidade populacional; e a comunicação sobre ações dos agentes. "A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida de toda a sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença. Mas cada cidadão precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros", destaca a Saúde, em nota. Como saber se você está com dengue e se é grave Como saber se é grave A Secretaria de Saúde recomenda aos moradores que, caso apresentem febre, procurem centros de saúde “imediatamente para diagnóstico clínico” e não banalizem os sintomas ou façam automedicação. Embora a dengue não tenha um medicamento específico, há uma série de medidas clínicas que podem evitar o agramento e óbito, se feitas a tempo. Por isso, é preciso ficar atento aos sinais de alarme. São eles: dor abdominal; muitos vômitos; algum sinal de sangramento (gengiva, por exemplo); menstruação em maior volume, no caso das mulheres; sensação de desmaio. Orientações à população