“Adolescência”: mais do que uma série, uma ferida aberta que não cicatriza
Sem ter uma resposta, tenho uma reflexão com base na empatia que julgo ser condição necessária de um investigador que ousa entrar no universo dos adolescentes, como foi o meu caso: é necessário empoderar os jovens, dar-lhes mais voz, não os infantilizar nem paternalizar

Sem ter uma resposta, tenho uma reflexão com base na empatia que julgo ser condição necessária de um investigador que ousa entrar no universo dos adolescentes, como foi o meu caso: é necessário empoderar os jovens, dar-lhes mais voz, não os infantilizar nem paternalizar