Trump dá mais 75 dias para a venda do TikTok e evitar a suspensão da rede social nos EUA

O presidente norte-americano deu mais 75 dias à chinesa ByteDance, empresa-mãe do TikTok, para encontrar um comprador antes que a popular plataforma de partilha de vídeos seja sujeita a uma proibição permanente nos EUA. Os EUA, ainda no tempo de Joe Biden, exigiram que a ByteDance vende-se a rede social no mercado norte-americana, por razões […]

Abr 4, 2025 - 23:34
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Trump dá mais 75 dias para a venda do TikTok e evitar a suspensão da rede social nos EUA

O presidente norte-americano deu mais 75 dias à chinesa ByteDance, empresa-mãe do TikTok, para encontrar um comprador antes que a popular plataforma de partilha de vídeos seja sujeita a uma proibição permanente nos EUA.

Os EUA, ainda no tempo de Joe Biden, exigiram que a ByteDance vende-se a rede social no mercado norte-americana, por razões de segurança interna, caso contrário ficaria proibida nos EUA. O prazo para o negócio terminaria este sábado, dia 5 de abril.

“O acordo [de venda] requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas, e é por isso que assinei uma ordem executiva para manter o TikTok a funcionar por mais 75 dias. Esperamos a trabalhar de boa fé com a China, que eu sei que não está muito feliz com nossas tarifas recíprocas (necessárias para um comércio justo e equilibrado entre a China e os EUA)”, escreveu Donald Trump numa publicação nas redes sociais.

O processo arrasta-se há meses estando em risco a suspensão da rede social nos Estados Unidos, onde tem 170 milhões de utilizadores, a qual foi assim adiada com esta decisão de Donald Trump.

Esta semana também se ficou a saber que o fundo de capital de risco Andreessen Horowitz, liderado pelo “todo-poderoso” das Big Tech norte-americanas Marc Andreessen, estará em negociações para investir no TikTok com outros grupos interessados em afastar a chinesa ByteDance da rede social dos vídeos.

Donald Trump também propôs esta semana um desconto nas tarifas sobre as importações chinesas caso a China desse o braço a torcer no acordo relacionado com a rede social de vídeos, o que Pequim depressa rejeitou.