Tostão aponta técnico agressivo no Brasil hoje: “Necessita de ajuda psicológica’

Tricampeão do mundo se mostra surpreso com mudança repentina no comportamento e sugere solução. Saiba mais detalhes.

Abr 2, 2025 - 20:03
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Tostão aponta técnico agressivo no Brasil hoje: “Necessita de ajuda psicológica’

A demissão inesperada de Mano Menezes foi um dos assuntos abordados na coluna de Tostão, na Folha de S.Paulo. Mais do que a saída do técnico do Fluminense, o ex-jogador repercutiu a sua postura com os atletas.

Na derrota para o Fortaleza por 2 a 0, pelo Brasileirão, o treinador bateu boca com Thiago Silva no gramado. Segundo o ge.com, a discussão entre os dois teria se estendido aos vestiários. Em 2024, episódio envolvendo Marcelo resultou na rescisão de contrato do lateral-esquerdo.

“O que acontece com Mano Menezes? Ele, que sempre foi um treinador racional e equilibrado, tem sido muito agressivo com os jogadores e com os torcedores durante as partidas”, questiona Tostão.

“Na mesma partida, Mano substituiu Serna com 13 minutos de jogo, alegando problemas táticos, e o atleta saiu chorando. Assim como vários profissionais e jogadores, alguns treinadores também necessitam de ajuda psicológica”, reforçou o tricampeão do mundo.

Citado por Tostão, Mano teve polêmica no Corinthians

Assim como no Fluminense, Mano Menezes esteve envolvido em um episódio com Yuri Alberto. Na ocasião, o treinador teria chamado o atacante de ‘burro’, o que incomodou bastante o atacante do Timão.

“No Corinthians, Mano Menezes chamou Yuri Alberto de burro durante um jogo, provocando o choro do jogador. No Fluminense, discutiu duramente com Marcelo e até com o sensato capitão Thiago Silva”, recordou o colunista.

Yuri Alberto perdoa

Yuri Alberto se sentiu humilhado por Mano Menezes. Na época, ele conta que acabou se desligando do jogo tamanha surpresa com as palavras utilizadas pelo comandante corintiano.

“Eu me desliguei do jogo. Quando eu saí do jogo, fui e conversei com ele: ‘Pô, professor. Espero que o senhor nunca mais fale assim comigo. Eu te respeito muito. Quando acabou o jogo, foi que caiu a ficha de que aquilo aconteceu mesmo”, disse o atacante.

Indagado se aceitaria trabalhar novamente com Mano, ele respondeu. “Para mim está perdoado.”