No Dia Nacional do Oficial de Justiça, profissional com 30 anos de carreira relata desafios: 'Cumprimos liminares para salvar vidas, faça sol ou chuva'

Élia Maria dos Santos foi uma das primeiras oficiais de justiça de Divinópolis e hoje coleciona histórias marcantes, com desafios e superações. Élia Maria dos Santos, oficial de Justiça de Divinópolis, conta como é a profissão Élia Santos/Arquivo Pessoal Nesta terça-feira (25), Dia Nacional do Oficial de Justiça, a data homenageia profissionais que levam as decisões judiciais para além dos gabinetes, garantindo que a Justiça se cumpra nas ruas, bairros, comunidades e até em zonas rurais. Em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, Élia Maria dos Santos é uma dessas profissionais. Com 30 anos de carreira, ela é uma das pioneiras no cargo na cidade e coleciona várias histórias. “Há 30 anos exerço a função de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Comarca de Divinópolis, com muito orgulho”, afirma ela, que diz já ter passado por tantas situações que “daria até para escrever um livro”.

Mar 25, 2025 - 08:20
 0
No Dia Nacional do Oficial de Justiça, profissional com 30 anos de carreira relata desafios: 'Cumprimos liminares para salvar vidas, faça sol ou chuva'

Élia Maria dos Santos foi uma das primeiras oficiais de justiça de Divinópolis e hoje coleciona histórias marcantes, com desafios e superações. Élia Maria dos Santos, oficial de Justiça de Divinópolis, conta como é a profissão Élia Santos/Arquivo Pessoal Nesta terça-feira (25), Dia Nacional do Oficial de Justiça, a data homenageia profissionais que levam as decisões judiciais para além dos gabinetes, garantindo que a Justiça se cumpra nas ruas, bairros, comunidades e até em zonas rurais. Em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, Élia Maria dos Santos é uma dessas profissionais. Com 30 anos de carreira, ela é uma das pioneiras no cargo na cidade e coleciona várias histórias. “Há 30 anos exerço a função de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Comarca de Divinópolis, com muito orgulho”, afirma ela, que diz já ter passado por tantas situações que “daria até para escrever um livro”.