Estudo descobre o que traz mais felicidade que o dinheiro

O dinheiro até traz certa felicidade, mas há outras coisas que garantem maior satisfação. Pelo menos é o que o Relatório Mundial da Felicidade revelou. De acordo com a pesquisa, a benevolência tem um papel essencial no bem-estar global. Realizado em parceria com a Gallup, o Centro de Pesquisa sobre Bem-Estar da Universidade de Oxford […]

Mar 27, 2025 - 19:28
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Estudo descobre o que traz mais felicidade que o dinheiro

O dinheiro até traz certa felicidade, mas há outras coisas que garantem maior satisfação. Pelo menos é o que o Relatório Mundial da Felicidade revelou. De acordo com a pesquisa, a benevolência tem um papel essencial no bem-estar global. Realizado em parceria com a Gallup, o Centro de Pesquisa sobre Bem-Estar da Universidade de Oxford e a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, o estudo destaca a relação entre gentileza, felicidade e conexão social.

Ato de gentileza: mais comum do que parece

Apesar de um mundo frequentemente percebido como frio e impessoal, os dados revelam que 70% da população global realizou ao menos um ato de gentileza no último mês. Esses atos foram classificados em três categorias principais:

  • Doação de dinheiro;
  • Trabalho voluntário;
  • Pequenos gestos de bondade a estranhos.

Gentileza é mais impactante do que dinheiro

O relatório também revela que atos de generosidade impactam mais a felicidade do que um aumento de salário. Os pesquisadores realizaram um experimento em que participantes receberam entre US$ 2 a US$ 5 e foram orientados a gastá-los consigo mesmos ou com outra pessoa.

Ser gentil e praticar atos de benevolência trazem mais felicidade que o dinheiro, segundo pesquisa

O resultado? Aqueles que escolheram doar relataram níveis mais altos de felicidade. Esse padrão foi observado em diversos países, incluindo África do Sul, Uganda e Índia.

O impacto da “lacuna de empatia”

Apesar da alta incidência de atos benevolentes, a percepção das pessoas sobre a bondade alheia ainda é baixa. Isso foi evidenciado em uma pesquisa que avaliou a probabilidade de uma carteira perdida ser devolvida. Nos EUA, por exemplo: