A guerra de Trump aos pinguins
Donald Trump tem a ambição, juram alguns, de receber o Prémio Nobel da Paz. Embalado nesse sonho, vá-se lá saber porquê, acaba de declarar guerra comercial ao mundo inteiro com a imposição de tarifas brutais - 20% a Portugal, via União Europeia. Nem escapam uns ilhéus perto da Antárctida que servem apenas de morada a pinguins, como revelou o primeiro-ministro australiano, com visível espanto. Certamente pensa o mesmo que muitos de nós: a Casa Branca transformou-se em Nave dos Loucos. Mundo inteiro? Parece que exagerei. Vendo bem, há uma parcela do planeta imune às trovejantes sanções do sucessor de Joe Biden: a Rússia, maior Estado do globo. O ditador Putin tem mais sorte do que os pinguins: Trump nem ousa beliscá-lo. Coincidência? Claro que não. Motivo acrescido para eu repetir o que aqui escrevi há quase um mês: trumpistas e putinistas vão-se fundindo a ritmo acelerado.

Donald Trump tem a ambição, juram alguns, de receber o Prémio Nobel da Paz.
Embalado nesse sonho, vá-se lá saber porquê, acaba de declarar guerra comercial ao mundo inteiro com a imposição de tarifas brutais - 20% a Portugal, via União Europeia.
Nem escapam uns ilhéus perto da Antárctida que servem apenas de morada a pinguins, como revelou o primeiro-ministro australiano, com visível espanto. Certamente pensa o mesmo que muitos de nós: a Casa Branca transformou-se em Nave dos Loucos.
Mundo inteiro? Parece que exagerei.
Vendo bem, há uma parcela do planeta imune às trovejantes sanções do sucessor de Joe Biden: a Rússia, maior Estado do globo. O ditador Putin tem mais sorte do que os pinguins: Trump nem ousa beliscá-lo.
Coincidência? Claro que não.
Motivo acrescido para eu repetir o que aqui escrevi há quase um mês: trumpistas e putinistas vão-se fundindo a ritmo acelerado.