Ucrânia procura na Europa ‘alternativa’ à paz EUA-Rússia
Mais uma cimeira da Coligação dos Dispostos voltou a mostrar a dificuldade em apresentar à Ucrânia medidas globais de apoio pós-guerra.


O anunciado – e aparentemente ainda não cumprido – cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia nos muito restritos capítulos da guerra no Mar Negro e dos ataques a ativos energéticos, deixou a Europa desconfiada (uma vez que nem sequer fez parte das conversas) e a Ucrânia (que também não foi diretamente envolvida) com a sensação de que a sua segurança não está acautelada.
É nesse quadro que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, continua a deambular pela Europa à procura de certezas sobre o apoio futuro ao seu país. É nesse quadro que o presidente ucraniano esteve esta quinta-feira em Paris, para participar em mais uma reunião da chamada Coligação dos Dispostos (um conjunto de cerca de 30 países que estão dispostos a ajudar a Ucrânia e onde não estão, por exemplo, os Estados Unidos ou a Hungria, e cuja liderança é disputada em versão soft entre o presidente Macron e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer).
“Esta é uma iniciativa franco-britânica que visa fornecer garantias de segurança à Ucrânia quando um acordo de paz for firmado, com o envio de tropas para a Ucrânia”, disse o Palácio do Eliseu para servir de explicação para a formação da coligação com nome bizarro.
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