Pedagoga revela o que avaliar ao escolher a escola de uma criança com autismo
A inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino regular tem avançado, mas ainda há desafios a serem superados. A formação de profissionais e a criação de redes de apoio entre escolas, famílias e especialistas são pontos cruciais para garantir um atendimento adequado. É o que pontua Teca Antunes, diretora pedagógica da […]

A inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino regular tem avançado, mas ainda há desafios a serem superados.
A formação de profissionais e a criação de redes de apoio entre escolas, famílias e especialistas são pontos cruciais para garantir um atendimento adequado.
É o que pontua Teca Antunes, diretora pedagógica da Escola Bilíngue Aubrick, em entrevista à Catraca Livre neste Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo.
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“Felizmente há avanços importantes no atendimento a alunos neurodivergentes nas escolas comuns; mas sempre haverá oportunidades para aprimoramento das práticas“, afirma a pedagoga.
Educação inclusiva na atualidade
A inclusão de crianças com TEA em escolas regulares com suporte adequado é um direito. Recusar matrícula ou um acompanhamento especializado ao aluno sempre que necessário configura discriminação passível de punição, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (LBI).