Dos onze metros para as meias-finais
O {TEAM_LINK|90961|SC Braga} está nas meias-finais da Taça de Portugal feminina. A equipa bracarense afastou, este sábado, o {TEAM_LINK|231444|Damaiense} no desempate por grandes penalidades (2-4), após uma igualdade a dois golos no tempo regulamentar e que nem o prolongamento conseguiu desatar.
As más condições do relvado do Estádio Eng.º Carlos Salema não ajudaram nenhuma das equipas, mas o jogo foi, ainda assim, aberto e com vários pontos de interesse. A equipa da casa arrancou melhor e incomodou a baliza defendida por {PLAYER_LINK|164981|Patrícia Morais} com uma série de lances de bola parada, mas a primeira grande ocasião de golo pertenceu às bracarenses.
Num lance insólito, {PLAYER_LINK|1252519|Tianna Harris} agarrou a bola dentro da área e não deu outra opção a Sílvia Domingos que não apontar para a marca de grande penalidade. {PLAYER_LINK|483474|Sissi} assumiu a conversão do castigo máximo, mas viu {PLAYER_LINK|550805|Emily Dolan} evitar o 0-1 com uma boa defesa.
A grande penalidade foi a melhor ocasião das minhotas em toda a etapa inaugural. O Damaiense apresentou-se com uma estratégia arrojada, ainda para mais tendo em conta as condições do relvado, a sair sempre curto e a atrair a pressão arsenalista para procurar depois saltar linhas e encontrar o espaço nas costas das médias adversárias.
Apesar da contrariedade madrugadora com a lesão de {PLAYER_LINK|1934849|Morgan Stone}, que deu lugar a {PLAYER_LINK|750492|Ana Maria Markovic}, as anfitriãs estiveram sempre mais próximas de abrir o ativo. A internacional croata entrou bem na partida e só não abriu o marcador porque Patrícia Morais fez uma defesa de grande nível. A guardiã portuguesa, no entanto, nada pôde fazer para impedir {PLAYER_LINK|644501|Tânia Mateus} de fazer o 1-0, aos 37 minutos, na recarga a um primeiro remate de {PLAYER_LINK|486450|Daniela Santos}.
O SC Braga procurou reagir de imediato e deu sinais de vida nos últimos minutos da etapa inaugural, inclusive os suficientes para chegar ao empate. {PLAYER_LINK|507855|Zoï van de Ven} descobriu {PLAYER_LINK|668906|Malu Schmidt} e a brasileira fez o resto.
Segunda parte com mais SC Braga
A etapa complementar arrancou com o Damaiense novamente mais forte. {PLAYER_LINK|714563|Anna Tørsløv} atirou para uma grande defesa de Patrícia Morais e {PLAYER_LINK|524943|Carolina Beckert}, na sequência de um pontapé de canto, fez o 2-1 (52'). Uma vez mais, a bola parada a ser uma das armas mais letais da equipa da casa.
Depois do golo, porém, a segunda metade foi praticamente toda controlada pelo SC Braga. As oportunidades de golo foram bem menos em relação aos primeiros 45 minutos, mas as bracarenses conseguiram ter maior controlo do jogo. O empate também não demorou a surgir novamente: aos 59 minutos, Malu Schmidt aproveitou para bisar a partir da marca de grande penalidade, a castigar uma falta de {PLAYER_LINK|684949|Inês Matos} sobre {PLAYER_LINK|850452|Melany Fortes}.
O prolongamento tornou-se cada vez mais provável, não só pelo evidente aproximar do final do tempo regulamentar, mas pela presença cada vez menos frequente das duas equipas em zonas de finalização. Territorialmente, ainda assim, foi sempre o SC Braga a estar mais tempo no meio-campo ofensivo.
O {TEAM_LINK|90961|SC Braga} está nas meias-finais da Taça de Portugal feminina. A equipa bracarense afastou, este sábado, o {TEAM_LINK|231444|Damaiense} no desempate por grandes penalidades (2-4), após uma igualdade a dois golos no tempo regulamentar e que nem o prolongamento conseguiu desatar.
As más condições do relvado do Estádio Eng.º Carlos Salema não ajudaram nenhuma das equipas, mas o jogo foi, ainda assim, aberto e com vários pontos de interesse. A equipa da casa arrancou melhor e incomodou a baliza defendida por {PLAYER_LINK|164981|Patrícia Morais} com uma série de lances de bola parada, mas a primeira grande ocasião de golo pertenceu às bracarenses.
Num lance insólito, {PLAYER_LINK|1252519|Tianna Harris} agarrou a bola dentro da área e não deu outra opção a Sílvia Domingos que não apontar para a marca de grande penalidade. {PLAYER_LINK|483474|Sissi} assumiu a conversão do castigo máximo, mas viu {PLAYER_LINK|550805|Emily Dolan} evitar o 0-1 com uma boa defesa.
A grande penalidade foi a melhor ocasião das minhotas em toda a etapa inaugural. O Damaiense apresentou-se com uma estratégia arrojada, ainda para mais tendo em conta as condições do relvado, a sair sempre curto e a atrair a pressão arsenalista para procurar depois saltar linhas e encontrar o espaço nas costas das médias adversárias.
Apesar da contrariedade madrugadora com a lesão de {PLAYER_LINK|1934849|Morgan Stone}, que deu lugar a {PLAYER_LINK|750492|Ana Maria Markovic}, as anfitriãs estiveram sempre mais próximas de abrir o ativo. A internacional croata entrou bem na partida e só não abriu o marcador porque Patrícia Morais fez uma defesa de grande nível. A guardiã portuguesa, no entanto, nada pôde fazer para impedir {PLAYER_LINK|644501|Tânia Mateus} de fazer o 1-0, aos 37 minutos, na recarga a um primeiro remate de {PLAYER_LINK|486450|Daniela Santos}.
O SC Braga procurou reagir de imediato e deu sinais de vida nos últimos minutos da etapa inaugural, inclusive os suficientes para chegar ao empate. {PLAYER_LINK|507855|Zoï van de Ven} descobriu {PLAYER_LINK|668906|Malu Schmidt} e a brasileira fez o resto.
Segunda parte com mais SC Braga
A etapa complementar arrancou com o Damaiense novamente mais forte. {PLAYER_LINK|714563|Anna Tørsløv} atirou para uma grande defesa de Patrícia Morais e {PLAYER_LINK|524943|Carolina Beckert}, na sequência de um pontapé de canto, fez o 2-1 (52'). Uma vez mais, a bola parada a ser uma das armas mais letais da equipa da casa.
Depois do golo, porém, a segunda metade foi praticamente toda controlada pelo SC Braga. As oportunidades de golo foram bem menos em relação aos primeiros 45 minutos, mas as bracarenses conseguiram ter maior controlo do jogo. O empate também não demorou a surgir novamente: aos 59 minutos, Malu Schmidt aproveitou para bisar a partir da marca de grande penalidade, a castigar uma falta de {PLAYER_LINK|684949|Inês Matos} sobre {PLAYER_LINK|850452|Melany Fortes}.
O prolongamento tornou-se cada vez mais provável, não só pelo evidente aproximar do final do tempo regulamentar, mas pela presença cada vez menos frequente das duas equipas em zonas de finalização. Territorialmente, ainda assim, foi sempre o SC Braga a estar mais tempo no meio-campo ofensivo.