A quem empresta o almirante a farda?
Acho aconselhável, no atual cenário, um Presidente sem filiação partidária. E concordo que não tem de ser político profissional. O que inquieta não é vir de fora da “classe”, é nunca ter tido atividade cívica. Não se chega a general sem ter feito a recruta. A inexperiência e a incógnita são ainda mais perigosas num Presidente que quer ser intervencionista e se compara a D. João II
Acho aconselhável, no atual cenário, um Presidente sem filiação partidária. E concordo que não tem de ser político profissional. O que inquieta não é vir de fora da “classe”, é nunca ter tido atividade cívica. Não se chega a general sem ter feito a recruta. A inexperiência e a incógnita são ainda mais perigosas num Presidente que quer ser intervencionista e se compara a D. João II