5 toxinas do dia a dia que aumentam o risco de câncer
A vida moderna nos expõe a inúmeras toxinas ambientais — tanto naturais, quanto sintéticas — por meio de alimentos, ar e produtos do dia a dia. Essas toxinas, embora nem sempre sejam perceptíveis, estão em itens como embalagens plásticas, cosméticos, tintas e alimentos processados e podem aumentar o risco de câncer. Entre os mais preocupantes, […]

A vida moderna nos expõe a inúmeras toxinas ambientais — tanto naturais, quanto sintéticas — por meio de alimentos, ar e produtos do dia a dia. Essas toxinas, embora nem sempre sejam perceptíveis, estão em itens como embalagens plásticas, cosméticos, tintas e alimentos processados e podem aumentar o risco de câncer. Entre os mais preocupantes, destacam-se o benzeno, formaldeído, BPA e o corante vermelho 3.
Benzeno – presente em combustíveis e cosméticos
O benzeno é um composto químico encontrado em gasolina, fumaça de cigarro e até em alguns produtos de beleza, como perfumes e desodorantes aerossóis. A exposição prolongada ao benzeno pode causar leucemia e outros tipos de câncer no sangue, segundo a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC). Para reduzir os riscos, evite produtos que contenham esse ingrediente e minimize a exposição à poluição e ao cigarro.

Formaldeído – presente em móveis e produtos de higiene
Utilizado na fabricação de móveis, tecidos e até cosméticos, o formaldeído é classificado como um agente cancerígeno. Ele pode ser inalado através de vapores liberados por móveis de madeira prensada ou produtos de limpeza. O contato frequente com essa substância pode aumentar o risco de câncer nas vias respiratórias. Para se proteger, escolha móveis livres de formaldeído e opte por produtos de higiene e beleza sem esse composto.
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BPA (bisfenol A) – presente nos plásticos
O BPA é um composto químico presente em garrafas plásticas, mamadeiras, latas de alimentos e embalagens térmicas. Estudos indicam que o BPA pode agir como um desregulador endócrino, aumentando o risco de câncer de mama e próstata. Para evitar a exposição, prefira embalagens livres de BPA e evite aquecer alimentos em recipientes plásticos.
No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação e a importação de mamadeiras que contenham bisfenol A (BPA) no Brasil. No entanto, pra as demais aplicações, o BPA ainda é permitido, mas a legislação estabelece limite máximo de migração específica desta substância para o alimento que foi definido com base nos resultados de estudos toxicológicos.