Série ‘Adolescência’: o alerta de uma pedagoga sobre conversas difíceis que os pais não podem adiar
Depois de assistir à série “Adolescência“, da Netflix, muita gente ficou em choque. Mas o que assusta ainda mais é que essas problemáticas, que parecem ficção, estão mais próximas do que se imagina. “A verdade é que aquilo pode acontecer com qualquer família. Mesmo com pais presentes e amorosos“, alerta Mariana Ruske, pedagoga e fundadora […]

Depois de assistir à série “Adolescência“, da Netflix, muita gente ficou em choque. Mas o que assusta ainda mais é que essas problemáticas, que parecem ficção, estão mais próximas do que se imagina.
“A verdade é que aquilo pode acontecer com qualquer família. Mesmo com pais presentes e amorosos“, alerta Mariana Ruske, pedagoga e fundadora da Senses Montessori School.

A nova produção da Netflix acompanha Jamie Miller, um garoto de 13 anos que está sendo acusado de matar uma colega da escola. Ao abordar o impacto do bullying, das redes sociais, do ódio online, do isolamento e de influenciadores misóginos sobre alguns adolescentes, a série provoca uma reflexão sobre a necessidade de os adultos estarem mais atentos aos jovens.
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Adolescência moderna
Conforme a pedagoga, a adolescência sempre foi uma fase turbulenta. Mas, hoje, ela acontece sob pressão — com excesso de estímulos, redes sociais 24 horas por dia, pornografia, discursos de ódio, influenciadores e um algoritmo treinado para viciar.
“Os pais estão achando que os filhos estão seguros no quarto. Mas, é na tela que muita coisa começa a desmoronar”, pontua Mariana.