Moraes nega que Cid tenha sido coagido e fazer delação premiada e critica as 'milícias digitais'
Primeira Turma julga a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete pessoas ligadas a ele pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Moraes nega que Cid tenha sido coagido Durante a sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes rejeitou a alegação de que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, teria sido coagido a firmar acordo de delação premiada. A Primeira Turma julga a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete pessoas ligadas a ele pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Uma das estratégias da defesa é contestar a legalidade da delação premiada de Mauro Cid, que é uma das bases da denúncia. Cid era ajudante de ordens do ex-presidente. Moraes afirmou que houve "reiteração da voluntariedade do colaborador por diversas vezes", inclusive de forma pública e recente. “O próprio advogado Cezar Bittencourt disse expressamente que o colaborador cumpriu com seu dever, cumpriu com sua missão, tinha conhecimento dos fatos por ser auxiliar do Presidente da República”, afirmou o relator da denúncia sobre a tentativa de golpe de Estado. Alexandre de Moraes durante julgamento de Bolsonaro e mais 7 na 1ª Turma do STF Antonio Augusto/STF Moraes também fez críticas à atuação das chamadas “milícias digitais” e ressaltou que elas continuam tentando manipular trechos do julgamento para disseminar desinformação. “A especialidade dessas milícias digitais é a produção e distribuição de fake news, com o objetivo de intimidar o Poder Judiciário”, declarou. Segundo Moraes, foi justamente para combater essas narrativas falsas que ele liberou a íntegra dos vídeos das delações e provas envolvidas no caso. “As milícias digitais não vão intimidar o Poder Judiciário, seja com polícia, seja com milícias digitais nacionais ou estrangeiras, porque o Brasil é um país soberano e independente”, concluiu o ministro.


Primeira Turma julga a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete pessoas ligadas a ele pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Moraes nega que Cid tenha sido coagido Durante a sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes rejeitou a alegação de que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, teria sido coagido a firmar acordo de delação premiada. A Primeira Turma julga a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete pessoas ligadas a ele pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Uma das estratégias da defesa é contestar a legalidade da delação premiada de Mauro Cid, que é uma das bases da denúncia. Cid era ajudante de ordens do ex-presidente. Moraes afirmou que houve "reiteração da voluntariedade do colaborador por diversas vezes", inclusive de forma pública e recente. “O próprio advogado Cezar Bittencourt disse expressamente que o colaborador cumpriu com seu dever, cumpriu com sua missão, tinha conhecimento dos fatos por ser auxiliar do Presidente da República”, afirmou o relator da denúncia sobre a tentativa de golpe de Estado. Alexandre de Moraes durante julgamento de Bolsonaro e mais 7 na 1ª Turma do STF Antonio Augusto/STF Moraes também fez críticas à atuação das chamadas “milícias digitais” e ressaltou que elas continuam tentando manipular trechos do julgamento para disseminar desinformação. “A especialidade dessas milícias digitais é a produção e distribuição de fake news, com o objetivo de intimidar o Poder Judiciário”, declarou. Segundo Moraes, foi justamente para combater essas narrativas falsas que ele liberou a íntegra dos vídeos das delações e provas envolvidas no caso. “As milícias digitais não vão intimidar o Poder Judiciário, seja com polícia, seja com milícias digitais nacionais ou estrangeiras, porque o Brasil é um país soberano e independente”, concluiu o ministro.