Réu por ser mandante de execução do delator do PCC em Guarulhos usou aeroporto do interior de SP como rota de fuga

Emílio Carlos Gongorra (o Cigarreira), foragido da Justiça, usou o aeroporto de Jundiaí (SP), conforme a investigação, cerca de 15 vezes em novembro de 2024, mês em que o crime ocorreu. Vinícius Gritzbach foi morto em 8 de novembro de 2024, à luz do dia, no aeroporto de Guarulhos (SP). Execução no aeroporto internacional de Guarulhos (SP) Reprodução/TV Globo O réu acusado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) de ser o mandante da execução do delator do PCC Vinícius Gritzbach, morto em 8 de novembro de 2024, à luz do dia e em um dos aeroportos mais movimentados da América Latina, usou o aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo, como rota de fuga.

Mar 21, 2025 - 21:40
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Réu por ser mandante de execução do delator do PCC em Guarulhos usou aeroporto do interior de SP como rota de fuga

Emílio Carlos Gongorra (o Cigarreira), foragido da Justiça, usou o aeroporto de Jundiaí (SP), conforme a investigação, cerca de 15 vezes em novembro de 2024, mês em que o crime ocorreu. Vinícius Gritzbach foi morto em 8 de novembro de 2024, à luz do dia, no aeroporto de Guarulhos (SP). Execução no aeroporto internacional de Guarulhos (SP) Reprodução/TV Globo O réu acusado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) de ser o mandante da execução do delator do PCC Vinícius Gritzbach, morto em 8 de novembro de 2024, à luz do dia e em um dos aeroportos mais movimentados da América Latina, usou o aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo, como rota de fuga.