Réu pelo 8 de janeiro, Léo Índio diz que foi para Argentina diante de avanço de denúncia no STF
Primo dos filhos mais velhos de Bolsonaro foi denunciado por associação criminosa, golpe e mais três crimes. STF tem maioria para rejeitar recurso contra abertura de ação penal. Léo Índio, primo dos filhos mais velhos de Jair Bolsonaro, diz que está na Argentina há mais de 20 dias Reprodução/Massa FM Cascavel Léo Índio, primo dos filhos mais velhos de Jair Bolsonaro, afirmou que foi para a Argentina diante do avanço, no Supremo Tribunal Federal (STF), da denúncia contra ele por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro. Em vídeo enviado à Massa FM de Cascavel (PR) nesta quarta-feira (26), Léo Índio também criticou o PL, partidos de direita e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por, na avaliação dele, não priorizarem o projeto que anistia vândalos do 8 de janeiro. Léo Índio é réu, no STF, pelos atos antidemocráticos. Nesta quinta-feira (27), a Primeira Turma da Corte formou maioria para negar um recurso da defesa dele e manter a decisão, de fevereiro deste ano, de abertura de ação penal contra o primo dos filhos de Jair Bolsonaro. Procurada, a defesa de Léo Índio diz que não vai comentar a decisão do cliente de deixar o país. Na gravação, Léo Índio afirma que está na Argentina há mais de 20 dias, com uma permissão que precisa ser renovada a cada três meses. Ele declara ter receio de ser preso quando precisar renovar o documento. Ele também diz que, se o projeto da anistia fosse uma prioridade, os 92 deputados do PL e os demais partidos de direita paralisariam as votações na Câmara. Nesta quarta-feira, após o STF tornar Jair Bolsonaro e outros sete aliados réus por tentativa de golpe, o PL, partido do ex-presidente, manobrou para derrubar a sessão da Câmara, obstruindo a análise de propostas.


Primo dos filhos mais velhos de Bolsonaro foi denunciado por associação criminosa, golpe e mais três crimes. STF tem maioria para rejeitar recurso contra abertura de ação penal. Léo Índio, primo dos filhos mais velhos de Jair Bolsonaro, diz que está na Argentina há mais de 20 dias Reprodução/Massa FM Cascavel Léo Índio, primo dos filhos mais velhos de Jair Bolsonaro, afirmou que foi para a Argentina diante do avanço, no Supremo Tribunal Federal (STF), da denúncia contra ele por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro. Em vídeo enviado à Massa FM de Cascavel (PR) nesta quarta-feira (26), Léo Índio também criticou o PL, partidos de direita e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por, na avaliação dele, não priorizarem o projeto que anistia vândalos do 8 de janeiro. Léo Índio é réu, no STF, pelos atos antidemocráticos. Nesta quinta-feira (27), a Primeira Turma da Corte formou maioria para negar um recurso da defesa dele e manter a decisão, de fevereiro deste ano, de abertura de ação penal contra o primo dos filhos de Jair Bolsonaro. Procurada, a defesa de Léo Índio diz que não vai comentar a decisão do cliente de deixar o país. Na gravação, Léo Índio afirma que está na Argentina há mais de 20 dias, com uma permissão que precisa ser renovada a cada três meses. Ele declara ter receio de ser preso quando precisar renovar o documento. Ele também diz que, se o projeto da anistia fosse uma prioridade, os 92 deputados do PL e os demais partidos de direita paralisariam as votações na Câmara. Nesta quarta-feira, após o STF tornar Jair Bolsonaro e outros sete aliados réus por tentativa de golpe, o PL, partido do ex-presidente, manobrou para derrubar a sessão da Câmara, obstruindo a análise de propostas.