Renato Gaúcho elege atacante difícil de ser marcado no Brasil: “Tem personalidade”
Renato Gaúcho avalia que Soteldo possui um estilo que está se tornando cada vez mais escasso. Após o período ao lado do venezuelano no Grêmio, o ex-técnico do Tricolor fez questão de exaltar o ímpeto do atacante em sempre buscar o protagonismo. Levando em conta o dinamismo no setor ofensivo, existe uma grande vantagem nos combates envolvendo os zagueiros. “São poucos jogadores. Eu treinei o Soteldo no Grêmio. Ele tem essa característica, quer a bola o tempo todo. Ele vai para a jogada individual e tem essa personalidade. Ele confia muito nele. É difícil marcar ele porque ele vai pro fundo e pra dentro. Ele é ambidestro. Dificulta a marcação.”, disse Renato Gaúcho, em entrevista ao Charla Podcast. “São jogadores que, dificilmente, você vê hoje em dia com essa característica. Ele é venezuelano, não é brasileiro.”, acrescentou. Outros jogadores decisivos no Brasil Além de Soteldo, Renato Gaúcho mencionou Gabigol, Neymar e Everton Cebolinha entre os jogadores do Brasileirão com um alto grau de personalidade. Importante na evolução do atual camisa 11 do Flamengo, o ídolo do Grêmio não quis poupar elogios ao nível atingido pelo atacante. “O Gabigol tem essa personalidade. Mas ele não tem essa característica de um para um. O Neymar quer a bola toda hora, ele se garante. Ele tem essa confiança.” “Eu fiz esse garoto no Grêmio (Cebolinha). Começou comigo. O cara que joga pelo lado esquerdo, corta pra dentro e bate cruzado. Ele tem força e habilidade.”, afirmou. Renato Gaúcho lamenta falta de talentos Ao contrário do passado, o futebol brasileiro não tem uma legião de craques em atividade no país. Diante do forte assédio dos clubes europeus, Renato Gaúcho, que busca extrair o melhor dos jogadores, lamenta as constantes saídas precoces. “A gente vive uma geração em que aparecem poucos craques. Muitas vezes, o cara que se diferencia um pouquinho é vendido na Europa com 17 ou 18 anos. Às vezes, nem joga no Brasil. Aparece e vai embora. Falta essa personalidade para a maioria.” “Eu procuro sempre passar confiança para os meus jogadores. Vai pra dentro, vai pra cima, vai pro drible. Não tenha medo de errar. Não tem problema. Eu não vou xingar. Se você tem essa característica tem que tentar jogadas individuais. Isso é o diferencial do jogador brasileiro. Você conta nos dedos os jogadores que vão pra dentro e que fazem a diferença.”, externou.

Renato Gaúcho avalia que Soteldo possui um estilo que está se tornando cada vez mais escasso. Após o período ao lado do venezuelano no Grêmio, o ex-técnico do Tricolor fez questão de exaltar o ímpeto do atacante em sempre buscar o protagonismo. Levando em conta o dinamismo no setor ofensivo, existe uma grande vantagem nos combates envolvendo os zagueiros.
“São poucos jogadores. Eu treinei o Soteldo no Grêmio. Ele tem essa característica, quer a bola o tempo todo. Ele vai para a jogada individual e tem essa personalidade. Ele confia muito nele. É difícil marcar ele porque ele vai pro fundo e pra dentro. Ele é ambidestro. Dificulta a marcação.”, disse Renato Gaúcho, em entrevista ao Charla Podcast.
“São jogadores que, dificilmente, você vê hoje em dia com essa característica. Ele é venezuelano, não é brasileiro.”, acrescentou.
Outros jogadores decisivos no Brasil
Além de Soteldo, Renato Gaúcho mencionou Gabigol, Neymar e Everton Cebolinha entre os jogadores do Brasileirão com um alto grau de personalidade. Importante na evolução do atual camisa 11 do Flamengo, o ídolo do Grêmio não quis poupar elogios ao nível atingido pelo atacante.
“O Gabigol tem essa personalidade. Mas ele não tem essa característica de um para um. O Neymar quer a bola toda hora, ele se garante. Ele tem essa confiança.”
“Eu fiz esse garoto no Grêmio (Cebolinha). Começou comigo. O cara que joga pelo lado esquerdo, corta pra dentro e bate cruzado. Ele tem força e habilidade.”, afirmou.
Renato Gaúcho lamenta falta de talentos
Ao contrário do passado, o futebol brasileiro não tem uma legião de craques em atividade no país. Diante do forte assédio dos clubes europeus, Renato Gaúcho, que busca extrair o melhor dos jogadores, lamenta as constantes saídas precoces.
“A gente vive uma geração em que aparecem poucos craques. Muitas vezes, o cara que se diferencia um pouquinho é vendido na Europa com 17 ou 18 anos. Às vezes, nem joga no Brasil. Aparece e vai embora. Falta essa personalidade para a maioria.”
“Eu procuro sempre passar confiança para os meus jogadores. Vai pra dentro, vai pra cima, vai pro drible. Não tenha medo de errar. Não tem problema. Eu não vou xingar. Se você tem essa característica tem que tentar jogadas individuais. Isso é o diferencial do jogador brasileiro. Você conta nos dedos os jogadores que vão pra dentro e que fazem a diferença.”, externou.