Orelhões sem utilidade são transformados em lixeiras públicas nas praças de Macapá
Projeto reutiliza os aparelhos que iriam para o aterro sanitário. Cerca de 40 unidades já foram produzidas. Antigos orelhões são reutilizados em Macapá PMM/Divulgação O projeto ‘Ecoarte, orelhões ecológicos’ traz uma nova finalidade às cúpulas que foram muito utilizados pela população, mas deixadas de lado devido aos avanços tecnológicos. Agora, o 'orelhão' retorna para as praças públicas como lixeira coletiva. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 Amapá A iniciativa é da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana (Semzur), que busca diminuir o descarte incorreto de lixo em Macapá em parceria com o grupo Oi S.A e artistas locais que retratam nos aparelhos a identidade amazônica. A ação busca revitalizar todos os orelhões que ainda estão na via pública da cidade e os que estão no galpão da empresa que o produzia, totalizando mais de 500 unidades. Antigos orelhões são reutilizados em Macapá PMM/Divulgação O Secretário de Zeladoria Urbana, Helson Freitas, disse que a ação contribui significativamente para o meio-ambiente. Já que, aparelhos com o este levam centenas de ano para se decompor na natureza. "Reciclagem é quando você transforma aquela matéria-prima em um outro produto. O mundo já tá discutindo o meio-ambiente, a preservação, de conservação [...] você não pode ficar só no discurso, tem que praticar, você pode dar um outro destino e dar um novo uso, para novamente ser utilizado pela sociedade durante décadas", disse o secretário. Cerca de 40 unidades já estão prontas e começaram a ser instaladas nas praças públicas de Macapá. Outro fator, é que com a reutilização de aparelhos revitalizados, há uma economia na utilização e recursos. "Além disso é uma economia pro município que, transformando isso em lixeiras públicas, evita que a gente adquira novas, impacta diretamente no nosso orçamento", completou Freitas. Initial plugin text


Projeto reutiliza os aparelhos que iriam para o aterro sanitário. Cerca de 40 unidades já foram produzidas. Antigos orelhões são reutilizados em Macapá PMM/Divulgação O projeto ‘Ecoarte, orelhões ecológicos’ traz uma nova finalidade às cúpulas que foram muito utilizados pela população, mas deixadas de lado devido aos avanços tecnológicos. Agora, o 'orelhão' retorna para as praças públicas como lixeira coletiva. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 Amapá A iniciativa é da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana (Semzur), que busca diminuir o descarte incorreto de lixo em Macapá em parceria com o grupo Oi S.A e artistas locais que retratam nos aparelhos a identidade amazônica. A ação busca revitalizar todos os orelhões que ainda estão na via pública da cidade e os que estão no galpão da empresa que o produzia, totalizando mais de 500 unidades. Antigos orelhões são reutilizados em Macapá PMM/Divulgação O Secretário de Zeladoria Urbana, Helson Freitas, disse que a ação contribui significativamente para o meio-ambiente. Já que, aparelhos com o este levam centenas de ano para se decompor na natureza. "Reciclagem é quando você transforma aquela matéria-prima em um outro produto. O mundo já tá discutindo o meio-ambiente, a preservação, de conservação [...] você não pode ficar só no discurso, tem que praticar, você pode dar um outro destino e dar um novo uso, para novamente ser utilizado pela sociedade durante décadas", disse o secretário. Cerca de 40 unidades já estão prontas e começaram a ser instaladas nas praças públicas de Macapá. Outro fator, é que com a reutilização de aparelhos revitalizados, há uma economia na utilização e recursos. "Além disso é uma economia pro município que, transformando isso em lixeiras públicas, evita que a gente adquira novas, impacta diretamente no nosso orçamento", completou Freitas. Initial plugin text