Já há imagens do que será a Parque Cidades do Tejo. Veja aqui
Há década e meia prometida para terrenos que a indústria conquistou e deixou ao abandono no Barreiro, Seixal e Almada, a reabilitação da margem esquerda do Tejo tem um novo plano, que, tal como os anteriores, mereceu a promessa governamental de que não ficará apenas no papel. Agora, para lá do que o Executivo de […]


Há década e meia prometida para terrenos que a indústria conquistou e deixou ao abandono no Barreiro, Seixal e Almada, a reabilitação da margem esquerda do Tejo tem um novo plano, que, tal como os anteriores, mereceu a promessa governamental de que não ficará apenas no papel.
Agora, para lá do que o Executivo de José Sócrates apresentou em 2009 como Arco Ribeirinho Sul – os terrenos da Quimigal, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Lisnave, em Almada –, a nova entidade Parque Cidades do Tejo também contemplará a margem direita, seja no entroncamento de Lisboa com Oeiras, entre Pedrouços e Cruz Quebrada, seja mais para o interior da cidade, nos terrenos que hoje albergam o Aeroporto Humberto Delgado.
A mês e meio das legislativas, o Governo de Luís Montenegro juntou os 18 autarcas da Área Metropolitana de Lisboa e ainda o colega de Benavente (porque o plano também abrange os terrenos do Campo de Tiro de Alcochete, que entra por este concelho, e para os quais está prometido o Aeroporto Luís de Camões) para revelar como projeta a sociedade Parque Cidades do Tejo.
Veja aqui imagens que mostram o plano conhecido nesta sexta-feira.