Estudo sobre a pessoa mais velha do mundo descobre chave para vida longa
Maria Branyas Morera, que faleceu em agosto passado aos 117 anos, manteve o título de pessoa mais velha do mundo por mais de um ano. Ela atribuía a sua longevidade a três fatores principais: evitar pessoas tóxicas, sorte e boa genética. Agora, cientistas da Universidade de Barcelona revelaram uma descoberta surpreendente sobre seu corpo: o […]

Maria Branyas Morera, que faleceu em agosto passado aos 117 anos, manteve o título de pessoa mais velha do mundo por mais de um ano. Ela atribuía a sua longevidade a três fatores principais: evitar pessoas tóxicas, sorte e boa genética. Agora, cientistas da Universidade de Barcelona revelaram uma descoberta surpreendente sobre seu corpo: o segredo de sua vida longa estava em seu intestino.
Microbioma jovem e genética privilegiada
Pesquisadores que estudaram Maria Branyas Morera descobriram que ela possuía um microbioma comparável ao de uma criança, um fator determinante para sua longevidade. Além disso, sua genética privilegiada permitiu que suas células se comportassem como se fossem de uma pessoa muito mais jovem.
O estudo revelou que sua idade biológica era 17 anos menor do que sua idade cronológica, um fator essencial para sua saúde e longevidade.
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O impacto da alimentação
O estudo também destacou que Maria tinha níveis saudáveis de colesterol, glicemia equilibrada e um sistema imunológico bem regulado. Os especialistas acreditam que sua dieta desempenhou um papel crucial nesses indicadores de saúde. Maria evitava álcool e cigarro, consumia três iogurtes por dia e mantinha uma alimentação rica em frutas e vegetais. Além disso, ela praticava caminhadas diárias, um hábito essencial para manter sua saúde em dia.

Segundo os pesquisadores, o genoma de Maria contribuiu significativamente para sua saúde e longevidade. No entanto, os cientistas enfatizam que o estilo de vida também teve um papel crucial. A combinação de um microbioma jovem, uma alimentação equilibrada e a evitação de fatores prejudiciais demonstram que longevidade e saúde não estão necessariamente ligadas à idade avançada.