Dona Maria: o histórico de uma das maiores traficantes de drogas e armas da Bahia
Segundo informações do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), a Justiça decretou nesta quarta-feira (26/3) a prisão preventiva e transferência de Dona Maria à Bahia

Apontada pela polícia como uma das maiores traficante de drogas e armas da Bahia, Jasiane Teixeira, conhecida como Dona Maria, foi presa em janeiro na cidade de São Paulo, onde morava. Segundo informações do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), a Justiça decretou nesta quarta-feira (26/3) a prisão preventiva e transferência de Josiane à Bahia.
A mulher era investigada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do MPBA, que a denunciou no último dia 20 de março por crime de lavagem de dinheiro. O mandado foi expedido pela Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador.
No momento da prisão em São Paulo, Josiane foi encontrada com R$ 66 mil em espécie, 10 celulares e documentos contábeis relacionados ao tráfico de drogas. Segundo o MPBA, a prisão preventiva visa garantir a ordem pública e econômica, além de evitar que a acusada interfira na instrução criminal ou fuja da aplicação da lei. De acordo com o Gaeco, ela administrava uma facção de tráfico de drogas na região de Vitória da Conquista.
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As investigações apontam que Jasiane ocultava os lucros criminosos pulverizando recursos em diversas contas bancárias, mediante depósitos fracionados que retornavam para os membros da organização criminosa, sem a possibilidade de rastreamento por órgãos de controle financeiro e persecução penal.
Jasiane ainda era considerada foragida de uma condenação de 14 anos por homicídio de um agente penitenciário. Segundo a SSP-BA, Dona Maria permanece casada com o membro de uma facção paulista, que não foi localizado pelas autoridades. Ela é investigada também por ordenar crimes como roubos, falsidade ideológica e corrupção de menores.
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia, o Ministério Público da Bahia e a Polícia de São Paulo foram procurada pelo Correio para comentar o caso em mais detalhes. Em caso de resposta, o texto será atualizado. A reportagem também tenta contato com a defesa de Jasiane. O espaço segue aberto para possíveis manifestações.
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