Chocolate do Dubai? Nem a GNR nem as marcas resistem a brincar com o fenómeno do momento
É um dos chocolates mais desejados dos últimos dias e dos que mais frenesim tem gerado. Dos consumidores às lojas, das redes sociais às marcas, não se fala de outra coisa e, como tal, o marketing surfa a onda do chocolate mais viral dos últimos tempos.


É um dos chocolates mais desejados dos últimos dias e dos que mais frenesim tem gerado. Dos consumidores às lojas, das redes sociais às marcas, não se fala de outra coisa e, como tal, o marketing surfa a onda do chocolate mais viral dos últimos tempos.
Nas redes sociais, várias marcas (e não só) reagiram ao fenómeno com humor e nem a GNR perdeu a oportunidade de falar do assunto.
“Se fosse um suspeito, já o tínhamos encontrado… Sendo um chocolatinho…. é mais complicado”, escreveu a força de segurança nas redes sociais.
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Ainda nas forças de segurança, a PSP garantiu que “antes que fugisse… já o tínhamos capturado”, rematando com o slogan: “Sempre prontos, sempre presentes.”
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Já a Control optou por escrever que “não é do Dubai, mas nunca esgota”, referindo-se e promovendo a sua gama de preservativos de chocolate.
O Licor Beirão promoveu a sua bebida indicando que “os pistachos vêm à parte”.
A marca de chocolates Regina apostou no que “é português, é bom” ao promover os seus chocolates com ananás: “Para quê ir ao Dubai…”
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Já a marca de gelados Olá lembrou: “Pistácio e chocolate? Também temos!”
O grupo de saúde Lusíadas também não ficou de fora: “A febre* do chocolate. *Não é uma virose, mas é viral. É viciante e transmite-nos felicidade, pois promove a libertação de dopamina.” A publicação não deixou para trás os benefícios e desvantagens do produto para a saúde (“se consumido em excesso”), não fosse este um grupo de saúde.
A marca Manuela Impressões aproveitou também o “hype” para afirmar que não tem o famoso chocolate, mas tem a embalagem para o oferecer.
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