Aviofobia: quando o medo de voar ganha asas
Para alguns, embarcar em um avião é sinônimo de empolgação e aventura. Para outros, porém, apenas imaginar a aeronave decolando já faz o coração disparar. Esse receio extremo de voar tem nome: aviofobia, uma fobia específica reconhecida pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Mais do que um simples desconforto, o medo intenso de voar pode […]

Para alguns, embarcar em um avião é sinônimo de empolgação e aventura. Para outros, porém, apenas imaginar a aeronave decolando já faz o coração disparar. Esse receio extremo de voar tem nome: aviofobia, uma fobia específica reconhecida pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11).
Mais do que um simples desconforto, o medo intenso de voar pode desencadear ansiedade, crises de pânico, suor frio, tremores e até desmaios. Em casos severos, a pessoa evita completamente viagens aéreas, optando por percursos longos e cansativos ou até mesmo desistindo de conhecer certos destinos.
Mas nem sempre o medo de voar atinge níveis clínicos. Algumas pessoas apresentam sintomas mais leves, que, embora desconfortáveis, não chegam a ser considerados um transtorno mental.
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Como o medo de voar se manifesta?
Para quem tem aviofobia, o temor começa muito antes do embarque. Dias antes da viagem, a ansiedade cresce, e o simples som de um avião sobrevoando pode ser suficiente para despertar desconforto. Na hora do voo, os sintomas físicos tomam conta:
- Tremores e suor excessivo
- Sensação de tontura ou vertigem
- Taquicardia e palpitações
- Falta de ar e aperto no peito
- Náusea e incômodo gastrointestinal
Se esses sintomas parecem familiares, não se preocupe: há diversas formas de superar esse medo e tornar as viagens aéreas mais tranquilas.